Plano de Actuação Imprimir e-mail
Caros Colegas

Vivemos uma fase complicada da nossa actividade profissional.
Novos e aliciantes desafios projectam-se no horizonte, ladeados de ameaças que vão do simples não reconhecimento das nossas competências até ao modo empresarial como a exercemos.
Apenas estando atentos e interventivos poderemos manter um elevado padrão profissional e conservar o devido reconhecimento social do nosso valor.

Justifica-se a existência de um Sindicato numa profissão com associações tão enraizadas e estabelecidas como são a Ordem dos Farmacêuticos e a Associação Nacional de Farmácias ou a Associação Portuguesa de Analistas Clínicos?

Claramente, a resposta é SIM.

Só o Sindicato está legalmente possibilitado a intervir em áreas fundamentais para aqueles que trabalham por conta de outrem. Só ele pode celebrar contratos colectivos de trabalho, e ter margem de manobra para defender interesses específicos dos seus associados sem estar manietado pelos interesses superiores da classe ou da profissão.
O âmbito da intervenção das diferentes associações é claramente diverso. A Ordem sendo por Lei a organização que organiza e fiscaliza a profissão tem necessariamente que pautar a sua actuação nos aspectos genéricos da mesma com especial incidência na exigência científica e deontológica dos seus associados.

Por outro lado a ANF e a APAC são associações empresariais cujo fito é a defesa dos interesses específicos dos farmacêuticos proprietários de farmácia de oficina e de laboratórios de análises clínicas.

Também os Farmacêuticos Funcionários do SNS tem no Sindicato um elemento fundamental na defesa quer dos seus direitos patrimoniais como ( e talvez o mais importante que tudo, neste particular momento ) das suas competências próprias e específicas que urge valorizar e promover.
É neste contexto que nos propomos assumir a condução desta instituição.
Para levarmos o barco a bom porto teremos assim de concretizar alguns objectivos principais como :

• Desenvolver e modernizar os serviços administrativos do SNF.
• Descentralizar e criar delegações em Lisboa e Coimbra.
• Diversificar o suporte financeiro do SNF, deixando de se apoiar exclusivamente nas cotizações dos associados e recorrendo a meios adicionais de financiamento nomeadamente através de cursos, seminários, acordos com instituições , etc..., que devemos oferecer aos sócios.
• Ter um papel activo junto das Faculdades de Farmácia, quer junto dos alunos quer junto dos seus orgãos directivos, no sentido de alertar e sensibilizar os mesmos para as realidades profissionais que encontramos fora das mesmas.
• Promover a intensificação do relacionamento do SNF com as outras instituições de classe devem ser estreitadas e promovidas, numa relação de independência, mas aberta ao diálogo.
• Renegociar o Contrato Colectivo de Trabalho em vigor , com a ANF
• Negociar um Contrato Colectivo de Trabalho com a APAC e APOMEPA
• Lutar pela criação das carreiras farmacêuticas no SNS ou alternativamente pela criação de um quadro de Competências que defina claramente as mesmas para os farmacêuticos e o seu papel enquanto profissionais da saúde, bem como a sua articulação com os outros profissionais (Médicos, Enfermeiros, Técnicos de Diagnóstico e terapêutica, ...
• Negociar e regulamentar a contratualização emergente nos novos Hospitais Empresa (S. A .)


É fundamental termos um Sindicato activo e empenhado.
Só agindo eficazmente e em tempo útil poderemos defender os nossos interesses quer individuais quer colectivos, numa profissão que cresce assustadoramente em número de profissionais.

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